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terça-feira, 10 de julho de 2018

PRESIDENTE DO STJ NEGA LIBERDADE A LULA E CRITICA DESEMBARGADOR QUE MANDOU SOLTAR EX-PRESIDENTE


Laurita Vaz analisou pedido apresentado por um cidadão, não pela defesa de Lula. No domingo, desembargador do TRF-4 mandou soltar petista, mas presidente do tribunal manteve Lula preso.

STJ - Superior Tribunal de Justiça 
A presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Laurita Vaz, rejeitou nesta terça-feira (10) um pedido para conceder liberdade ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na mesma decisão, a ministra criticou o desembargador Rogério Favreto, do Tribunal Regional Federal da Quarta Região (TRF-4).

No último domingo (8), Favreto mandou soltar Lula e, depois de uma batalha de decisões judiciais durante o dia, o ex-presidente permaneceu preso por uma decisão do presidente do TRF-4, Thompson Flores. Lula está preso desde 7 de abril deste ano. 

Condenado a 12 anos e 1 mês em um processo relacionado à Operação Lava Jato, o ex-presidente está na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba (PR). Ao analisar o caso de Lula, Laurita Vaz negou um habeas corpus (pedido de liberdade) apresentado por um cidadão, não pela defesa do ex-presidente. Ainda caberá à presidente do STJ analisar um pedido da Procuradoria Geral da República (PGR) para que o tribunal decida sobre de quem é a competência para analisar os pedidos de liberdade de Lula.


Decisão

Laurita Hilário Vaz, presidente do STJ
Na decisão, a presidente do STJ avaliou como "inusitada e teratológica" a decisão de Favreto, acrescentando que mostra um "flagrante desrespeito" às decisões tomadas pela 8ª Turma do TRF-4 (que condenou Lula) e pelo Supremo Tribunal Federal (que negou um habeas corpus a Lula).
"É óbvio e ululante que o mero anúncio de intenção de réu preso de ser candidato a cargo público não tem o condão de reabrir a discussão acerca da legalidade do encarceramento, mormente quando, como no caso, a questão já foi examinada e decidida em todas as instâncias do Poder Judiciário", destacou a presidente do STJ. Para Laurita Vaz, o desembargador, na condição de plantonista, não poderia ter avaliado se há ou não plausibilidade. Ou seja, se a argumentação é convincente. 
"No mais, reafirmo a absoluta incompetência do Juízo plantonista [na ocasião, Favreto] para deliberar sobre questão já decidida por este Superior Tribunal de Justiça e pelo Supremo Tribunal Federal, afastando a alegada nulidade arguida", disse a ministra.

Segundo a presidente do STJ, a decisão do desembargador causou "intolerável insegurança jurídica" porque ele era "autoridade manifestamente incompetente, em situação precária de plantão Judiciário, forçando a reabertura de discussão encerrada em instâncias superiores, por meio de insustentável premissa".
Ainda na decisão, Laurita Vaz fez menções a Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato em primeira instância. Para a presidente do STJ, Moro agiu corretamente ao consultar o presidente do TRF-4, Thompson Flores, antes de autorizar a soltura de Lula.

"Assim, diante dessa esdrúxula situação processual, coube ao Juízo Federal de primeira instância, com oportuna precaução, consultar o Presidente do seu Tribunal se cumpriria a anterior ordem de prisão ou se acataria a superveniente decisão teratológica de soltura."
Laurita Vaz afirma, no despacho, que houve um "tumulto processual sem precedentes na história do direito brasileiro".

Notificação a Lula

Apesar de ter negado o pedido para conceder liberdade, a presidente do STJ mandou notificar a defesa do ex-presidente Lula para que informe se tem interesse em continuar com o pedido.

"Assim, se é prudente reservar aos advogados constituídos o manejo de questões relevantes para o exercício da ampla defesa, com mais razão, parece-me, deve ser obstaculizado o processamento de habeas corpus que cria tumulto processual. Contudo, para dirimir a dúvida, deve ser consultado o Paciente sobre o seu interesse na continuidade da presente ordem mandamental", decidiu.

Fonte da Informação: https://g1.globo.com/politica/noticia/presidente-do-stj-nega-liberdade-a-lula-e-critica-desembargador-que-mandou-soltar-ex-presidente.ghtml

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

MUNICÍPIOS MARANHENSES PERDEM R$ 50 MILHÕES DE RECURSOS

Os municípios maranhenses perderam cerca de R$ 50 milhões em recursos da repatriação que deveriam ter sido repassados pelo Governo Federal. O dinheiro foi depositado nas contas das prefeituras nesta quinta-feira (10) juntamente com o primeiro decêndio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
A perda de recursos foi confirmada à Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (FAMEM) pela Receita Federal e Confederação Nacional dos Municípios (CNM).
A previsão da própria Receita Federal, divulgada no início do mês, era de que o país arrecadaria aproximadamente R$ 50,9 bilhões da repatriaçãode dinheiro não declarado mantido por brasileiros no exterior.
Deste total, R$ 285 milhões seriam repassados aos 217 municípios maranhenses. No entanto, com a queda de repasses estimada em R$ 50 milhões, as prefeituras do Maranhão tiveram um déficit de 18% em relação ao que deveria ter sido arrecadado.
“Os municípios continuam sendo penalizados com a perda de recursos do FPM e esse dinheiro extra, fruto da repatriação, viria em boa hora. Infelizmente, o Governo Federal também contingenciou este repasse. A FAMEM está acompanhando toda essa movimentação com o objetivo de garantir o direito das cidades maranhenses”, afirmou o presidente da Federação, prefeito Gil Cutrim.
Dos mais de R$ 50 bilhões que deveriam ter sido arrecadados, de acordo com a Receita, R$ 46,8 bilhões foram efetivamente recebidos, acarretando um déficit de R$ 4,153 bilhões.
Ainda segundo a Receita Federal, é possível que, este mês, o restante dos recursos seja enviado aos municípios. Porém, uma data precisa não foi informada.

domingo, 16 de outubro de 2016

CANDIDATOS AO SEGUNDO TURNO NÃO PODEM SER PRESOS

Desde ontem sábado (15), que os candidatos que vão participar do segundo turno das eleições municipais deste ano não podem ser presos, a não ser em casos de flagrante delito. A regra está prevista no Código Eleitoral e registrada no calendário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A segunda rodada de votação das eleições municipais está marcada para o próximo dia 30 de outubro, quando eleitores voltarão as urnas para definir as eleições.

As regras para a divulgação de propaganda em rádio e televisão estão previstas em resolução do TSE, que define, entre outros pontos, o tempo destinado aos candidatos. Segundo o texto, no segundo turno, serão destinados, em cada um dos veículos, dois blocos de 20 minutos diários. O tempo será dividido entre os candidatos, ou seja, cada um terá direito a dez minutos.

Outra regra determina a ordem de aparição dos concorrentes no horário eleitoral gratuito. Na primeira propaganda a ser veiculada, o candidato mais votado aparece primeiro. A partir daí, a ordem será alternada a cada programa.


quinta-feira, 13 de outubro de 2016

EDUARDO CUNHA É AGREDIDO POR MULHER NO AEROPORTO DO RJ

O ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB), cassado no mês passado, relatou em seu Twitter, nesta quinta-feira (13), que foi perseguido por uma uma mulher e sofreu agressões ao desembarcar no aeroporto Santos Dumont, no Rio.
Em um vídeo postado no Youtube, Cunha é hostilizado com gritos de “Fora, Cunha” e “Vai, ladrão”. As imagens também mostram uma mulher agredindo o ex-deputado, após reconhecê-lo. Ela sai correndo atrás de Cunha e parte para cima dele na tentativa de golpeá-lo.
“O mesmo grupinho da semana passada, liderado pela mesma mulher, estava ontem me esperando no aeroporto. Óbvio que tiveram a informação da minha chegada, em horário semelhante da semana passada. Continuo a dizer, pode vir me esperar, será um prazer. E não vão me constranger”, escreveu Cunha.
A assessoria do Santos Dumont confirmou que o caso aconteceu na noite de quarta-feira (12).
Confira o vídeo:

RUBENS JR. CRITICA DECISÃO DO STF QUE PROIBIU VAQUEJADA EM TODO O PAÍS

O Supremo Tribunal Federal (STF) julgou na última quinta-feira, 6, a lei cearense 15.299/2013 e considerou inconstitucional o espetáculo de vaquejada no estado do Ceará (veja a matéria). A medida tem impacto imediato tornando a prática proibida em todo o Brasil.

Comum no Norte e Nordeste do Brasil, a vaquejada é uma prática na qual os vaqueiros tentam derrubar o boi puxando o animal pelo rabo. A ação foi movida pela Procuradoria Geral da República (PGR) e questionava a legislação cearense.  

A polêmica medida foi recebida com críticas principalmente pelos deputados do Nordeste, região do Brasil onde as vaquejadas são fonte de renda e são mais populares.

Para o ministro Edison Fachin a vaquejada consiste em manifestação cultural, o que foi reconhecido pela própria Procuradoria Geral da República na petição inicial. Esse entendimento foi seguido, também naquela sessão, pelo ministro Gilmar Mendes.

Para Rubens Jr. a decisão do STF trará prejuízos para muitos brasileiros que dependem dessa manifestação cultural: “Vaquejada é um evento cultural, esportivo e que muitos brasileiros dependem dela como forma de trabalho e subsistência. Considerei a medida exagerada”, pontuou Rubens.

Entenda a polêmica


A Lei que regulamentava a vaquejada no Ceará foi considerada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em julgamento no último dia 06. Com isso a atividade está proibida e quem promover ou participar desses eventos incorre em crime por maus-tratos aos bovinos e equinos.

domingo, 9 de outubro de 2016

DIRIGENTES DO PT NEGAM QUE DILMA PODERÁ ASSUMIR UMA SECRETARIA NO GOVERNO FLAVIO DINO

A notícia plantada na coluna Radar da Revista Veja, que a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) poderia assumir uma Secretaria no Governo Flávio Dino ainda neste ano, foi desmentida por dirigentes petistas.

A mesma informação foi dada no final do mês de agosto, quando Dilma preparava sua mudança do Palácio da Alvorada para um apartamento no Rio de Janeiro. A própria petista nunca cogitou essa hipótese e ainda se mantém afastada das discussões políticas em público.

Segundo a coluna Radar, Dilma estaria sendo pressionada a decidir em assumir um cargo no Maranhão ou em Minas. Segundo dirigentes petistas, a prioridade é o ex-presidente Lula investigado na Lava Jato e que pretende voltar a disputar a presidência da Republica em 2018. Só depois é que Dilma será lembrada.

Alguns acéfalos políticos, inclusive, cogitaram a possibilidade de Dilma vir a disputar uma vaga no Senado pelo Maranhão, informação também desmentida pelo Partido dos Trabalhadores.

O PT vive a sua maior crise, por enquanto está perdido e voltado para salvar a cabeça de Lula.

Com informações do Marrapá

sábado, 8 de outubro de 2016

EX-PRESIDENTE DILMA AVALIA ASSUMIR SECRETARIA NO GOVERNO FLÁVIO DINO

A coluna Radar, da revista Veja, reafirmou na edição deste fim de semana uma informação que já havia sido antecipada pelo jornalista Merval Pereira, de O Globo, no início do mês de setembro.

Segundo a coluna, a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) “ficou de avaliar” a possibilidade de assumir uma secretaria no governo Flávio Dino (PCdoB).
Um convite do governador de Minas, Fernando Pimentel (PCdoB), também estaria sendo analisado pela petista.

Fonte: via Blog Gilberto Léda

STF CONSIDERA PRÁTICA DA VAQUEJADA ILEGAL

O Supremo Tribunal Federal (STF) julgou inconstitucional a lei cearense 15.299/2013, que regulamentava os espetáculos de vaquejada no estado. Com o entendimento da Corte Máxima do país, a vaquejada passa a ser considerada uma prática ilegal, relacionada a maus-tratos a animais e, por portanto, proibida.

A ação foi movida pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e questionava, especificamente, a legislação cearense. Contudo, a decisão do STF poderá ser aplicada nos demais estados e no Distrito Federal.  O julgamento, iniciado em agosto do ano passado, terminou com seis votos a favor da inconstitucionalidade e cinco contra.

Muito comum no Nordeste, a vaquejada é uma atividade competitiva no qual os vaqueiros tem como objetivo derrubar o boi puxando o animal pelo rabo.

Votaram a favor os ministros Marco Aurélio Mello, relator do caso,  Roberto Barroso, Rosa Weber, Celso de Mello, Ricardo Lewandowisk e a presidenta Cármen Lúcia. Ao apresentar seu voto, que desempatou o julgamento, Cármen Lúcia reconheceu que a vaquejada faz parte da cultura de alguns estados, mas considerou que a atividade impõe agressão e sofrimento animais

Segundo STF, animais são expostos a maus-tratos nas vaquejadas.
“Sempre haverá os que defendem que vem de longo tempo, que se encravou na cultura do nosso povo. Mas cultura também se muda e muitas foram levada nessa condição até que se houvesse outro modo de ver a vida e não só a do ser humano”, disse a ministra.

O julgamento foi retomado hoje com o voto do ministro Dias Toffoli, que havia pedido vista do processo. Ele defendeu a tese que vaquejada é um esporte, diferentemente, da farra do boi, que foi proibida pela Corte em outro julgamento.

“Não se pode admitir o tratamento cruel aos animais. Há que se salientar haver elementos que se distingue a vaquejada da farra do boi. Não é uma farra, como no caso da farra do boi, é um esporte e um evento cultural. Não há que se falar em atividade paralela ao Estado, atividade subversiva ou clandestina. Não há prova cabal que os animais sejam vítimas de abusos ou maus-tratos”, disse Toffoli.

Já Lewandowisk, ressaltou que os animais não podem ser tradados como “coisa” e citou princípios da Carta da Terra, declaração de princípios éticos fundamentais para a construção de uma sociedade global justa, sustentável e pacífica, de iniciativa das Nações Unidas (ONU).
Fonte da informação: Agencia Brasil

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

CANDIDATA CHORA APÓS SABER QUE FEZ CAMPANHA COM NÚMERO ERRADO

Mulher imprimiu santinhos com número 90.900, mas o correto era 90.990. Presidente de partido em Votorantim diz que erro passou desapercebido.

Uma candidata a vereadora de Votorantim (SP) teve uma infeliz surpresa quando foi até a urna eleitoral para votar no último domingo (2). Ela descobriu que o seu número usado durante toda a campanha estava errado. Em um vídeo postado nas redes sociais, Kátia Estevam, do PROS e conhecida como Katinha, lamentava o ocorrido. "Vocês não sabem como está o meu coração. Estou arrasada."

Kátia disse que trabalhou 45 dias e imprimiu diversos “santinhos" e adesivos errados. Durante toda a campanha, ela usou o número 90.900, mas no registro enviado pelo partido estava 90.990.


Kátia fez vídeo chorando ao saber
 de número errado
“Meus amigos ligaram para dizer que estavam votando em mim, mas o número dava como inexistente. Fui muito prejudicada, pois trabalhei até doente. Fiz o vídeo no dia das eleições para tentar recuperar os votos, mas não dava mais tempo”, conta.
Há 25 anos na política, foi a terceira vez que Kátia pleiteou uma vaga na Câmara Municipal e, mesmo com o erro, conseguiu 23 votos. "Eu entrei em pânico, fiquei super nervosa, fui conferir a lista que fica na porta da zona eleitoral e era um número diferente. É frustrante porque foi retirado o meu direito de ter uma oportunidade na Câmara. Não importava se eu seria eleita, mas seria a minha resposta nas urnas", afirma a candidata. 

Com orientação do promotor de Justiça da cidade, Kátia registrou um boletim de ocorrência por danos morais. “Tive que pedir desculpas para todos que votaram em mim e deu como candidato inexistente. Foi um desrespeito comigo e com eles também.”

Diogo Aparecido Ferreira, presidente do PROS em Votorantim, afirmou que o erro passou despercebido. Ele explica que o partido formulou três documentos e uma ata da reunião que definiu todos os 22 candidatos a vereador que disputaram as eleições pela coligação.
Nesta etapa, o número já estava errado e, depois que Kátia e os demais candidatos assinaram os papéis, o material foi enviado para a Justiça Eleitoral. "Fica o aprendizado onde nós vamos ter que na próxima eleição conferir melhor as inscrições dos números, quando rodar o material conferir de novo se estão batendo todos os números, todas as informações."

A Justiça Eleitoral informou que o erro é de responsabilidade do partido e da candidata e alerta para que todos os documentos sejam bem revisados antes de enviados aos Cartórios Eleitorais.

Fonte da informação: Portal G1

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

STF DECIDE A FAVOR DE PRISÃO APÓS JULGAMENTO NA SEGUNDA INSTÂNCIA

A expectativa é que o Ministério Público passe a reivindicar o cumprimento da pena de quem está solto neste contexto e que juízes em tribunais de segunda instância comecem a decretar a prisão de condenados.

O STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu nesta quarta (5), por 6 votos a 5, a favor da prisão de réus condenados pela Justiça a partir de sentença de segunda instância.

A decisão da corte manteve entendimento adotado em fevereiro para um caso específico.

Como agora se refere a ações diretas de inconstitucionalidade, a posição do STF terá de ser seguida por todos os tribunais do país. Caberá recurso se um magistrado não cumpri-la.

A expectativa é que o Ministério Público passe a reivindicar o cumprimento da pena de quem está solto neste contexto e que juízes em tribunais de segunda instância comecem a decretar a prisão de condenados.

O resultado é uma vitória do Ministério Público Federal. Para o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, a solução sobre o tema terá impacto direto nos acordos de delação premiada negociados pela instituição - como é o caso da operação Lava Jato.

O STF votou duas ações apresentadas pela OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e pelo PEN (Partido Ecológico Nacional). Ambas sustentam que o princípio da presunção de inocência não permite a prisão enquanto houver direito a recurso.

A sessão retomou votação iniciada no dia 1º de setembro. Votaram pelo entendimento majoritário os ministros Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Teori Zavascki, Luiz Fux, Gilmar Mendes e Cármen Lúcia, presidente da corte, que desempatou. Saíram vencidos o relator, Marco Aurélio Mello, e os ministros Rosa Weber, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Celso de Mello. Barroso citou casos de réus que continuaram em liberdade anos após condenados. Segundo ele, as múltiplas possibilidades de recursos, aliadas à falta de celeridade de determinados processos, podem fomentar a impunidade.

"Nós não tínhamos um sistema garantista, mas um sistema que fazia as pessoas acreditarem que o crime compensa. A sensação de que nada vai acontecer é um estímulo. Não só acho como deve prender depois da condenação em segundo grau", afirmou.

Já Gilmar Mendes rechaçou a tese de que a prisão antecipada agride a presunção da inocência. "Não estamos a fazer tábula rasa. Haverá sempre remédios (para a defesa), e o bom e forte habeas corpus estará à disposição", disse.

Em fevereiro, por 7 votos a 4, a maioria do STF havia determinado que era possível ocorrer a prisão antes da condenação definitiva. Como a decisão não era vinculativa (não obriga instâncias inferiores a adotarem a prática), ministros vencidos na ocasião continuaram dando sentenças contrárias a esse entendimento.

Em julho, o então presidente da corte, Ricardo Lewandowski, por exemplo, contrariou a tese da maioria e concedeu uma liminar (decisão provisória) a um prefeito condenado por fraude em licitações e desvio de recursos.

O único magistrado a mudar de opinião na sessão de quarta foi Dias Toffoli. Em fevereiro, ele se posicionou pela legalidade da prisão em segunda instância. Agora, votou para que a medida seja executada após decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça).

"Não há dúvida de que o STJ deve zelar pela uniformidade da interpretação da lei penal", disse o ministro. Para o decano Celso de Mello, a presunção de inocência é um "valor fundamental" da dignidade humana.

Relator, Marco Aurélio Mello defende que o réu deve permanecer em liberdade até que o processo transite em julgado. Ele sugeriu ainda que ao menos se estabeleça a necessidade de que a ação seja concluída no STJ.

"A culpa é pressuposto da reprimenda e a constatação ocorre apenas com a preclusão maior. A Carta Federal consagrou a excepcionalidade da custódia no sistema penal brasileiro, sobretudo no tocante a supressão da liberdade anterior ao trânsito em julgado da decisão condenatória", afirmou.

Fonte: GABRIEL MASCARENHASFOLHA DE SÃO PAULO/DE BRASÍLIA

quinta-feira, 21 de abril de 2016

SARNEY FILHO PODE VIRAR MINISTRO DE TEMER

A família Sarney, que trabalha pelo impeachment, negocia com o Palácio do Jaburu entregar o Ministério do Meio Ambiente a Zequinha Sarney, filho do ex-presidente da República.

terça-feira, 19 de abril de 2016

PDT EXPULSA OS SEIS DEPUTADOS FEDERAIS QUE VOTARAM CONTRA DILMA

O PDT iniciou nesta segunda-feira (18/4) o processo de expulsão dos seis deputados federais do partido que ontem, domingo, votaram a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) – contrariando determinação expressa do Diretório Nacional.
A decisão do PDT de votar contra o impeachment foi tomada em dezembro do ano passado, sendo referendada posteriormente, por unanimidade, pelo Diretório Nacional reunido em Brasília dia 22 de janeiro; e, por último, confirmada na última sexta-feira (15/4), em reunião da Executiva com integrantes da Comissão Nacional de Ética, presidentes dos movimentos de base partidário e integrantes das bancadas do PDT na Câmara e no Senado.
Reunida nesta manhã (18/4) na Sede Nacional do partido, em Brasília, os membros da Comissão Permanente discutiram o comportamento dos deputados do PDT e, ao final, confirmaram a decisão de expulsar os deputados infiéis.
Votaram contra a determinação da direção do partido e foram expulsos, de ofício, os deputados federais Mario Heringer (MG), Sérgio Vidigal (ES), Giovanni Cherini (RS), Flávia Morais (GO), Subtenente Gonzaga (MG) e Hissa Abrahão (AM).
A Comissão de Ética, como anunciado, iniciou os processos de expulsão garantindo a todos amplo direito de defesa previsto na legislação e nos estatutos; e vai submeter o seu parecer ao Diretório Nacional do PDT já convocado para decidir sobre o assunto no próximo dia 30 de maio, no Rio de Janeiro.
Os que forem dirigentes estaduais serão destituídos dos cargos, caso do Espirito Santo, presidido por Sergio Vidigal; e Goiás, presidido por Georges Morais – e também serão destituídas as comissões provisórias do PDT nos estados de Minas Gerais e Amazonas presididas, respectivamente, pelos deputados Mario Heringer e Hissa Abrahão.
A decisão de expulsar os infiéis foi tomada pela Executiva em dezembro passado, ato referendado pelo Diretório nacional dia 22 de janeiro e, por último, confirmado na sexta-feira passada (15/4) na reunião da Executiva Nacional, com a Comissão de Ética,  movimentos partidários e bancada federal do partido. Os parlamentares, todos, também foram avisados por escrito que corriam risco de expulsão caso não votassem contra o impeachment.

Veja vídeo com fala de Carlos Lupi:

Fonte: OM - Ascom PDT - OM

segunda-feira, 18 de abril de 2016

ENQUANTO MULHER VOTA CONTRA CORRUPÇÃO, MARIDO É PRESO POR CORRUPÇÃO.


O prefeito de Montes Claros em Minas Gerais, Ruy Muniz  (PSB) foi preso preventivamente pela Polícia Federal na manhã desta segunda-feira (18), em Brasília (DF). Ele é suspeito de prejudicar o funcionamento de hospitais públicos da cidade para favorecer um hospital privado, que é gerido pela sua família.
Muniz é casado com a deputada federal Raquel Muniz (PSD), que votou neste domingo (17) a favor do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).

Ela destacou a gestão do marido ao proferir o voto. "Meu voto é em homenagem às vítimas da BR-­251. É para dizer que o Brasil tem jeito, e o prefeito de Montes Claros mostra isso para todos nós com sua gestão".
Veja no vídeo o voto da deputada:


O prefeito foi preso na operação "Máscara da Sanidade II - Sabotadores da Saúde" e deve chegar à cidade mineira ainda nesta segunda. A Justiça também expediu mandado de prisão contra a atual secretária de saúde do município, Ana Paula Nascimento.

EX-GOVERNADOR ZÉ REINALDO FOI “TOPADO” AO DIZER "SIM AO IMPEACHMENT"

O deputado federal José Reinaldo foi uma das poucas vozes que tiveram coragem de relembrar as barbaridades cometidas por Lula, Dilma e o PT contra o Maranhão, entre elas o engodo da refinaria da Petrobras em Bacabeira.
Ontem, durante votação que aprovou a abertura do processo de impeachment contra a presidente, Zé Reinaldo fez uma espécie de desabafo em relação as perseguições que ele e o estado sofreram durante os governos de Lula e Dilma.
Quando José Reinaldo foi governador, o envio de verbas federais, por ordem de José Sarney, foram barradas para o Maranhão, sem falar que ministros eram impedidos de pisar no estado. Reinaldo até preso foi, em uma armação maligna bancada por Sarney e Lula.

Mesmo com todas as dificuldades, José Reinaldo fez um bom governo, conseguindo eleger em seguida Jackson Lago, contra a vontade de Lula, que veio a Timon pedir votos para Roseana Sarney.
No governo Jackson, as perseguições implacáveis de Sarney continuaram. Lago foi penalizado do primeiro ao último dia do seu governo. Em Brasília, o Maranhão chegou a ser retirado do mapa.
E com a ajuda do amigo Lula, Sarney conseguiu cassar o pedetista.
Com Flávio Dino também não foi diferente. Além de Lula e Dilma apoiarem Roseana e Lobão Filho nas eleições para o governo, ainda tiram-lhe o PT. Dino sofreu as maiores humilhações. Até para ser nomeado na presidência da Embratur, Dilma teve que pedir autorização para Sarney.
Durante todo esse processo de impeachment, fora José Reinaldo, ninguém lembrou de passar a limpo as atrocidades de Lula, Dilma e petistas cometidas contra Jackson Lago, Flávio Dino e o povo maranhense. Até mesmo deputados do PDT se calaram, poderiam ter repudiado o golpe sofrido por Jackson.
Ao longo dos governos do PT, José Sarney se tornou um dos políticos mais poderosos do país. Teve o controle de ministérios, centenas de cargos, dava as cartas no Palácio do Planalto. Isso até uns dias atrás.
Vendo que Dilma seria deposta do poder, tratou de pular do barco. Não pelo fato de ser o PMDB que vai assumir o país, poderia até ser o PCdoB, visto que José Sarney sempre ficou do lado do poder. Assim acontece desde que iniciou sua trajetória política.

Fonte: John Cutrim

sábado, 16 de abril de 2016

VEJA A ORDEM DE VOTAÇÃO DOS DEPUTADOS NO PROCESSO DE IMPEACHMENT

Sessão para votar a abertura do processo está marcada para domingo (17). Bancadas estaduais vão se alternar nos votos no plenário da Câmara.


Neste domingo (17), os 513 deputados serão chamados pelo nome para votar se concordam ou não com a abertura do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff.
A ordem de chamada no plenário da Câmara foi estabelecida pelo presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e validada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
As bancadas estaduais vão se alternar na votação. Os primeiros a serem chamados serão os deputados de Roraima, todos em ordem alfabética. Depois, será a vez de todos do Rio Grande do Sul, também em ordem alfabética.
A alternância entre um estado mais ao Norte e um mais ao Sul, então, se inverte. Depois do Rio Grande do Sul, serão chamados os deputados de Santa Catarina, seguidos pelos do Amapá. E aí novamente um estado do Norte (o Pará) ganha a vez. O esquema se repete até o final.

Veja a lista organizada pela ordem de votação:

Roraima
ABEL MESQUITA JR. (DEM)
CARLOS ANDRADE (PHS)
EDIO LOPES (PR)
HIRAN GONÇALVES (PP)
JHONATAN DE JESUS (PRB)
MARIA HELENA (PSB)
REMÍDIO MONAI (PR)
SHÉRIDAN (PSDB)

Rio Grande do Sul
AFONSO HAMM (PP)
AFONSO MOTTA (PDT)
ALCEU MOREIRA (PMDB)
BOHN GASS (PT)
CARLOS GOMES (PRB)
COVATTI FILHO (PP)
DANRLEI DE DEUS HINTERHOLZ (PSD)
DARCÍSIO PERONDI (PMDB)
GIOVANI CHERINI (PDT)
HEITOR SCHUCH (PSB)
HENRIQUE FONTANA (PT)
JERÔNIMO GOERGEN (PP)
JOÃO DERLY (REDE)
JOSÉ FOGAÇA* (PMDB)
JOSÉ OTÁVIO GERMANO (PP)
JOSE STÉDILE (PSB)
LUIS CARLOS HEINZE (PP)
LUIZ CARLOS BUSATO (PTB)
MARCO MAIA (PT)
MARCON (PT)
MARIA DO ROSÁRIO (PT)
MAURO PEREIRA* (PMDB)
NELSON MARCHEZAN JUNIOR (PSDB)
ONYX LORENZONI (DEM)
OSMAR TERRA (PMDB)
PAULO PIMENTA (PT)
PEPE VARGAS (PT)
POMPEO DE MATTOS (PDT)
RENATO MOLLING (PP)
RONALDO NOGUEIRA (PTB)
SÉRGIO MORAES (PTB)

Santa Catarina
CARMEN ZANOTTO (PPS)
CELSO MALDANER (PMDB)
CESAR SOUZA (PSD)
DÉCIO LIMA (PT)
ESPERIDIÃO AMIN (PP)
GEOVANIA DE SÁ (PSDB)
JOÃO PAULO KLEINÜBING (PSD)
JOÃO RODRIGUES (PSD)
JORGE BOEIRA (PP)
JORGINHO MELLO (PR)
MARCO TEBALDI (PSDB)
MAURO MARIANI (PMDB)
PEDRO UCZAI (PT)
ROGÉRIO PENINHA MENDONÇA (PMDB)
RONALDO BENEDET (PMDB)
VALDIR COLATTO (PMDB)

Amapá
ANDRÉ ABDON (PP)
CABUÇU BORGES (PMDB)
JANETE CAPIBERIBE (PSB)
JOZI ARAÚJO (PTN)
MARCOS REATEGUI (PSD)
PROFESSORA MARCIVANIA (PCdoB)
ROBERTO GÓES (PDT)
VINICIUS GURGEL (PR)

Pará
ARNALDO JORDY (PPS)
BETO FARO (PT)
BETO SALAME (PP)
DELEGADO ÉDER MAURO (PSD)
EDMILSON RODRIGUES (PSOL)
ELCIONE BARBALHO (PMDB)
FRANCISCO CHAPADINHA (PTN)
HÉLIO LEITE (DEM)
JOAQUIM PASSARINHO (PSD)
JOSÉ PRIANTE (PMDB)
JOSUÉ BENGTSON (PTB)
JÚLIA MARINHO (PSC)
LÚCIO VALE (PR)
NILSON PINTO (PSDB)
SIMONE MORGADO (PMDB)
WLADIMIR COSTA (SD)
ZÉ GERALDO (PT)
Paraná
ALEX CANZIANI (PTB)
ALFREDO KAEFER (PSL)
ALIEL MACHADO (REDE)
ASSIS DO COUTO (PDT)
CHRISTIANE DE SOUZA YARED (PR)
DIEGO GARCIA (PHS)
DILCEU SPERAFICO (PP)
ENIO VERRI (PT)
EVANDRO ROMAN (PSD)
FERNANDO FRANCISCHINI (SD)
GIACOBO (PR)
HERMES PARCIANELLO (PMDB)
JOÃO ARRUDA (PMDB)
LEANDRE (PV)
LEOPOLDO MEYER (PSB)
LUCIANO DUCCI (PSB)
LUIZ CARLOS HAULY (PSDB)
LUIZ NISHIMORI (PR)
MARCELO BELINATI (PP)
NELSON MEURER (PP)
NELSON PADOVANI* (PSDB)
OSMAR SERRAGLIO (PMDB)
PAULO MARTINS* (PSDB)
RICARDO BARROS (PP)
RUBENS BUENO (PPS)
SANDRO ALEX (PSD)
SERGIO SOUZA (PMDB)
TAKAYAMA (PSC)
TONINHO WANDSCHEER (PROS)
ZECA DIRCEU (PT)

Mato Grosso do Sul
CARLOS MARUN (PMDB)
DAGOBERTO (PDT)
ELIZEU DIONIZIO* (PSDB)
GERALDO RESENDE (PSDB)
MANDETTA (DEM)
TEREZA CRISTINA (PSB)
VANDER LOUBET (PT)
ZECA DO PT (PT)

Amazonas 

ALFREDO NASCIMENTO (PR)
ARTHUR VIRGÍLIO BISNETO (PSDB)
ÁTILA LINS (PSD)
CONCEIÇÃO SAMPAIO (PP)
HISSA ABRAHÃO (PDT)
MARCOS ROTTA (PMDB)
PAUDERNEY AVELINO (DEM)
SILAS CÂMARA (PRB)

Rondônia
EXPEDITO NETTO (PSD)
LINDOMAR GARÇON (PRB)
LUCIO MOSQUINI (PMDB)
LUIZ CLÁUDIO (PR)
MARCOS ROGÉRIO (DEM)
MARIANA CARVALHO (PSDB)
MARINHA RAUPP (PMDB)
NILTON CAPIXABA (PTB)

Goiás
ALEXANDRE BALDY (PTN)
CÉLIO SILVEIRA (PSDB)
DANIEL VILELA (PMDB)
DELEGADO WALDIR (PR)
FÁBIO SOUSA (PSDB)
FLÁVIA MORAIS (PDT)
GIUSEPPE VECCI (PSDB)
HEULER CRUVINEL (PSD)
JOÃO CAMPOS (PRB)
JOVAIR ARANTES (PTB)
LUCAS VERGILIO (SD)
MAGDA MOFATTO (PR)
MARCOS ABRÃO (PPS)
PEDRO CHAVES (PMDB)
ROBERTO BALESTRA (PP)
RUBENS OTONI (PT)
THIAGO PEIXOTO (PSD)

Distrito Federal
ALBERTO FRAGA (DEM)
AUGUSTO CARVALHO (SD)
ERIKA KOKAY (PT)
IZALCI (PSDB)
LAERTE BESSA (PR)
ROGÉRIO ROSSO (PSD)
RONALDO FONSECA (PROS)
RÔNEY NEMER (PP)

Acre
ALAN RICK (PRB)
ANGELIM (PT)
CÉSAR MESSIAS (PSB)
FLAVIANO MELO (PMDB)
JÉSSICA SALES (PMDB)
LEO DE BRITO (PT)
ROCHA (PSDB)
SIBÁ MACHADO (PT)

Tocantins
CARLOS HENRIQUE GAGUIM (PTN)
CÉSAR HALUM (PRB)
DULCE MIRANDA (PMDB)
IRAJÁ ABREU (PSD)
JOSI NUNES (PMDB)
LÁZARO BOTELHO (PP)
PROFESSORA DORINHA SEABRA REZENDE (DEM)
VICENTINHO JÚNIOR (PR)

Mato Grosso
ADILTON SACHETTI (PSB)
CARLOS BEZERRA (PMDB)
FABIO GARCIA (PSB)
NILSON LEITÃO (PSDB)
PROFESSOR VICTÓRIO GALLI (PSC)
SÁGUAS MORAES (PT)
TAMPINHA* (PSD)
VALTENIR PEREIRA (PMDB)

São Paulo
ALEX MANENTE (PPS)
ALEXANDRE LEITE (DEM)
ANA PERUGINI (PT)
ANDRES SANCHEZ (PT)
ANTONIO BULHÕES (PRB)
ARLINDO CHINAGLIA (PT)
ARNALDO FARIA DE SÁ (PTB)
ARNALDO JARDIM (PPS)
BALEIA ROSSI (PMDB)
BETO MANSUR (PRB)
BRUNA FURLAN (PSDB)
BRUNO COVAS (PSDB)
CAPITÃO AUGUSTO (PR)
CARLOS SAMPAIO (PSDB)
CARLOS ZARATTINI (PT)
CELSO RUSSOMANNO (PRB)
DR. SINVAL MALHEIROS (PTN)
DUARTE NOGUEIRA (PSDB)
EDINHO ARAÚJO (PMDB)
EDUARDO BOLSONARO (PSC)
EDUARDO CURY (PSDB)
ELI CORRÊA FILHO (DEM)
EVANDRO GUSSI (PV)
FAUSTO PINATO (PP)
FLAVINHO (PSB)
FLORIANO PESARO (PSDB)
GILBERTO NASCIMENTO (PSC)
GOULART (PSD)
GUILHERME MUSSI (PP)
HERCULANO PASSOS (PSD)
IVAN VALENTE (PSOL)
JEFFERSON CAMPOS (PSD)
JOÃO PAULO PAPA (PSDB)
JORGE TADEU MUDALEN (DEM)
JOSÉ MENTOR (PT)
KEIKO OTA (PSB)
LUIZ LAURO FILHO (PSB)
LUIZA ERUNDINA (PSOL)
MAJOR OLIMPIO (SD)
MARA GABRILLI (PSDB)
MARCELO SQUASSONI (PRB)
MARCIO ALVINO (PR)
MIGUEL HADDAD (PSDB)
MIGUEL LOMBARDI (PR)
MILTON MONTI (PR)
MISSIONÁRIO JOSÉ OLIMPIO (DEM)
NELSON MARQUEZELLI (PTB)
NILTO TATTO (PT)
ORLANDO SILVA (PCdoB)
PAULO FREIRE (PR)
PAULO MALUF (PP)
PAULO PEREIRA DA SILVA (SD)
PAULO TEIXEIRA (PT)
PR. MARCO FELICIANO (PSC)
RENATA ABREU (PTN)
RICARDO IZAR (PP)
RICARDO TRIPOLI (PSDB)
ROBERTO ALVES (PRB)
ROBERTO DE LUCENA (PV)
RODRIGO GARCIA (DEM)
SAMUEL MOREIRA (PSDB)
SÉRGIO REIS (PRB)
SILVIO TORRES (PSDB)
TIRIRICA (PR)
VALMIR PRASCIDELLI (PT)
VANDERLEI MACRIS (PSDB)
VICENTE CANDIDO (PT)
VICENTINHO (PT)
VINICIUS CARVALHO (PRB)
VITOR LIPPI (PSDB)

Maranhão
ALBERTO FILHO (PMDB)
ALUISIO MENDES (PTN)
ANDRÉ FUFUCA (PP)
CLEBER VERDE (PRB)
ELIZIANE GAMA (PPS)
HILDO ROCHA (PMDB)
JOÃO CASTELO (PSDB)
JOÃO MARCELO SOUZA (PMDB)
JOSÉ REINALDO (PSB)
JUNIOR MARRECA (PEN)
JUSCELINO FILHO (DEM)
PEDRO FERNANDES (PTB)
RUBENS PEREIRA JÚNIOR (PCdoB)
SARNEY FILHO (PV)
VICTOR MENDES (PSD)
WALDIR MARANHÃO (PP)
WEVERTON ROCHA (PDT)
ZÉ CARLOS (PT)

Ceará
ADAIL CARNEIRO (PP)
ANÍBAL GOMES (PMDB)
ARIOSTO HOLANDA* (PDT)
ARNON BEZERRA (PTB)
CABO SABINO (PR)
CHICO LOPES (PCdoB)
DANILO FORTE (PSB)
DOMINGOS NETO (PSD)
GENECIAS NORONHA (SD)
GORETE PEREIRA (PR)
JOSÉ AIRTON CIRILO (PT)
JOSÉ GUIMARÃES (PT)
LEÔNIDAS CRISTINO (PDT)
LUIZIANNE LINS (PT)
CEMADO (PP)
MORONI TORGAN (DEM)
MOSES RODRIGUES (PMDB)
ODORICO MONTEIRO (PROS)
RAIMUNDO GOMES DE MATOS (PSDB)
RONALDO MARTINS (PRB)
VICENTE ARRUDA* (PDT)
VITOR VALIM (PMDB)

Rio de Janeiro
ALESSANDRO MOLON (REDE)
ALEXANDRE SERFIOTIS (PMDB)
ALEXANDRE VALLE (PR)
ALTINEU CÔRTES (PMDB)
AROLDE DE OLIVEIRA (PSC)
AUREO (SD)
BENEDITA DA SILVA (PT)
CABO DACIOLO (PTdoB)
CELSO PANSERA (PMDB)
CHICO ALENCAR (PSOL)
CHICO D'ANGELO (PT)
CLARISSA GAROTINHO (PR)
CRISTIANE BRASIL (PTB)
DELEY (PTB)
DR. JOÃO (PR)
EDUARDO CUNHA (PMDB)
EZEQUIEL TEIXEIRA (PTN)
FELIPE BORNIER (PROS)
FERNANDO JORDÃO (PMDB)
FRANCISCO FLORIANO (DEM)
GLAUBER BRAGA (PSOL)
HUGO LEAL (PSB)
INDIO DA COSTA (PSD)
JAIR BOLSONARO (PSC)
JANDIRA FEGHALI (PCdoB)
JEAN WYLLYS (PSOL)
JULIO LOPES (PP)
LEONARDO PICCIANI (PMDB)
LUIZ CARLOS RAMOS (PTN)
LUIZ SÉRGIO (PT)
MARCELO MATOS (PHS)
MARCO ANTÔNIO CABRAL (PMDB)
MARCOS SOARES (DEM)
MIRO TEIXEIRA (REDE)
OTAVIO LEITE (PSDB)
PAULO FEIJÓ (PR)
PEDRO PAULO (PMDB)
ROBERTO SALES (PRB)
RODRIGO MAIA (DEM)
ROSANGELA GOMES (PRB)
SERGIO ZVEITER (PMDB)
SIMÃO SESSIM (PP)
SORAYA SANTOS (PMDB)
SÓSTENES CAVALCANTE (DEM)
WADIH DAMOUS* (PT)
WASHINGTON REIS (PMDB)

Espírito Santo
CARLOS MANATO (SD)
DR. JORGE SILVA (PHS)
EVAIR DE MELO (PV)
GIVALDO VIEIRA (PT)
HELDER SALOMÃO (PT)
LELO COIMBRA (PMDB)
MARCUS VICENTE (PP)
MAX FILHO (PSDB)
PAULO FOLETTO (PSB)
SERGIO VIDIGAL (PDT)

Piauí
ASSIS CARVALHO (PT)
ÁTILA LIRA (PSB)
CAPITÃO FÁBIO ABREU (PTB)
HERÁCLITO FORTES (PSB)
IRACEMA PORTELLA (PP)
JÚLIO CESAR (PSD)
MARCELO CASTRO (PMDB)
PAES LANDIM (PTB)
REJANE DIAS (PT)
RODRIGO MARTINS (PSB)

Rio Grande do Norte
ANTÔNIO JÁCOME (PTN)
BETO ROSADO (PP)
FÁBIO FARIA (PSD)
FELIPE MAIA (DEM)
RAFAEL MOTTA (PSB)
ROGÉRIO MARINHO (PSDB)
WALTER ALVES (PMDB)
ZENAIDE MAIA (PR)

Minas Gerais
ADELMO CARNEIRO LEÃO* (PT)
AELTON FREITAS (PR)
BILAC PINTO (PR)
BONIFÁCIO DE ANDRADA (PSDB)
BRUNNY (PR)
CAIO NARCIO (PSDB)
CARLOS MELLES (DEM)
DÂMINA PEREIRA (PSL)
DELEGADO EDSON MOREIRA (PR)
DIEGO ANDRADE (PSD)
DIMAS FABIANO (PP)
DOMINGOS SÁVIO (PSDB)
EDUARDO BARBOSA (PSDB)
EROS BIONDINI (PROS)
FÁBIO RAMALHO (PMDB)
FRANKLIN LIMA (PP)
GABRIEL GUIMARÃES (PT)
GEORGE HILTON (PROS)
JAIME MARTINS (PSD)
JÔ MORAES (PCdoB)
JÚLIO DELGADO (PSB)
LAUDIVIO CARVALHO (SD)
LEONARDO MONTEIRO (PT)
LEONARDO QUINTÃO (PMDB)
LINCOLN PORTELA (PRB)
LUIS TIBÉ (PTdoB)
LUIZ FERNANDO FARIA (PP)
MARCELO ÁLVARO ANTÔNIO (PR)
MARCELO ARO (PHS)
MARCOS MONTES (PSD)
MARCUS PESTANA (PSDB)
MARGARIDA SALOMÃO (PT)
MÁRIO HERINGER (PDT)
MAURO LOPES (PMDB)
MIGUEL CORRÊA (PT)
MISAEL VARELLA (DEM)
NEWTON CARDOSO JR (PMDB)
ODAIR CUNHA (PT)
PADRE JOÃO (PT)
PATRUS ANANIAS (PT)
PAULO ABI-ACKEL (PSDB)
RAQUEL MUNIZ (PSD)
REGINALDO LOPES (PT)
RENZO BRAZ (PP)
RODRIGO DE CASTRO (PSDB)
RODRIGO PACHECO (PMDB)
SARAIVA FELIPE (PMDB)
STEFANO AGUIAR (PSD)
SUBTENENTE GONZAGA (PDT)
TENENTE LÚCIO (PSB)
TONINHO PINHEIRO (PP)
WELITON PRADO (PMB)
ZÉ SILVA (SD)
Bahia
AFONSO FLORENCE (PT)
ALICE PORTUGAL (PCdoB)
ANTONIO BRITO (PSD)
ANTONIO IMBASSAHY (PSDB)
ARTHUR OLIVEIRA MAIA (PPS)
BACELAR (PTN)
BEBETO (PSB)
BENITO GAMA (PTB)
CACÁ LEÃO (PP)
CAETANO (PT)
CLAUDIO CAJADO (DEM)
DANIEL ALMEIDA (PCdoB)
DAVIDSON MAGALHÃES* (PCdoB)
ELMAR NASCIMENTO (DEM)
ERIVELTON SANTANA (PEN)
FÉLIX MENDONÇA JÚNIOR (PDT)
FERNANDO TORRES* (PSD)
IRMÃO LAZARO (PSC)
JOÃO CARLOS BACELAR (PR)
JOÃO GUALBERTO (PSDB)
JORGE SOLLA (PT)
JOSÉ CARLOS ALELUIA (DEM)
JOSÉ CARLOS ARAÚJO (PR)
JOSÉ NUNES (PSD)
JOSÉ ROCHA (PR)
JUTAHY JUNIOR (PSDB)
LUCIO VIEIRA LIMA (PMDB)
MÁRCIO MARINHO (PRB)
MÁRIO NEGROMONTE JR. (PP)
MOEMA GRAMACHO (PT)
PAULO AZI (DEM)
PAULO MAGALHÃES (PSD)
ROBERTO BRITTO (PP)
RONALDO CARLETTO (PP)
SÉRGIO BRITO (PSD)
TIA ERON (PRB)
ULDURICO JUNIOR (PV)
VALMIR ASSUNÇÃO (PT)
WALDENOR PEREIRA (PT)
Paraíba
AGUINALDO RIBEIRO (PP)
BENJAMIN MARANHÃO (SD)
DAMIÃO FELICIANO (PDT)
EFRAIM FILHO (DEM)
HUGO MOTTA (PMDB)
LUIZ COUTO (PT)
MANOEL JUNIOR (PMDB)
PEDRO CUNHA LIMA (PSDB)
RÔMULO GOUVEIA (PSD)
VENEZIANO VITAL DO RÊGO (PMDB)
WELLINGTON ROBERTO (PR)
WILSON FILHO (PTB)

Pernambuco
ADALBERTO CAVALCANTI (PTB)
ANDERSON FERREIRA (PR)
ANDRÉ DE PAULA (PSD)
AUGUSTO COUTINHO* (SD)
BETINHO GOMES (PSDB)
BRUNO ARAÚJO (PSDB)
DANIEL COELHO (PSDB)
DANILO CABRAL (PSB)
EDUARDO DA FONTE (PP)
FERNANDO COELHO FILHO (PSB)
GONZAGA PATRIOTA (PSB)
JARBAS VASCONCELOS (PMDB)
JOÃO FERNANDO COUTINHO (PSB)
JORGE CÔRTE REAL (PTB)
KAIO MANIÇOBA (PMDB)
LUCIANA SANTOS (PCdoB)
MARINALDO ROSENDO (PSB)
MENDONÇA FILHO (DEM)
PASTOR EURICO (PHS)
RICARDO TEOBALDO (PTN)
SEBASTIÃO OLIVEIRA (PR)
SILVIO COSTA (PTdoB)
TADEU ALENCAR (PSB)
WOLNEY QUEIROZ (PDT)
ZECA CAVALCANTI (PTB)

Sergipe
ADELSON BARRETO (PR)
ANDRE MOURA (PSC)
FÁBIO MITIDIERI (PSD)
FABIO REIS (PMDB)
JOÃO DANIEL (PT)
JONY MARCOS (PRB)
LAERCIO OLIVEIRA (SD)
VALADARES FILHO (PSB)

Alagoas
ARTHUR LIRA (PP)
CÍCERO ALMEIDA (PMDB)
GIVALDO CARIMBÃO (PHS)
JHC (PSB)
MARX BELTRÃO (PMDB)
MAURÍCIO QUINTELLA LESSA (PR)
PAULÃO (PT)
PEDRO VILELA (PSDB)
RONALDO LESSA (PDT)

* Os deputados assinalados são suplentes em exercício.

Fonte: G1