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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

FALSA PESQUISA DE EMPATE TÉCNICO ENTRE FLÁVIO DINO E EDINHO LOBÃO SE ESPALHA NA REDE



Empate entre Flávio e Edinho? Só com pergunta manipulada!
A coordenação de campanha do candidato Edinho Lobão disparou um texto ontem publicado por alguns blogs e muito mais espalhado por meio do Whatsapp, indicando uma pesquisa que indicaria suposto empate entre os candidatos Flávio Dino (PCdoB) e Edinho Lobão (PMDB). O texto espalhado por Edinho dá a entender que existe uma nova pesquisa Econométrica na qual os candidatos aparecem empatados tecnicamente.


Em nenhum momento o texto que fala em “desespero da oposição”, “ataque à família”, diz que, na verdade, os números são relativos à pesquisa encomendado pelo jornal O Imparcial divulgada há uma semana e meia, sob o registro nº 0029/2014. Outra inverdade publicada por blogueiros desavisados é que Flávio Dino perdeu a questão no Tribunal Superior Eleitoral para barrar a pesquisa.


A juíza eleitoral do Maranhão, Alice de Sousa Rocha, concedeu liminar permitindo a divulgação dos dados manipulados que haviam sido barrados. A pergunta que liga Edinho a Dilma e Lula e Flávio Dino a Aécio Neves, Fernando Henrique Cardoso e José Serra. A divulgação do número citando “empate” sem citar que isso ocorre apenas com esta pergunta é uma ilegalidade.


Como o horário eleitoral ainda não iniciou, a maioria do eleitorado maranhense sequer conhece Aécio Neves. Por isso, a pergunta teve que associar Flávio a Fernando Henrique e José Serra que possuem maior rejeição no Maranhão, para puxar os números só comunista pra baixo. 


A decisão da magistrada é curiosa. Afinal, que é para que serve uma liminar?  A liminar é uma decisão provisória em caráter de urgência que deve ser tomada quando um direito imediatamente está ameaçado e existe o risco de dano irreparável. Mas qual a urgência da decisão e o dano irreparável, uma vez que o “time” da pesquisa já havia passado. Para divulgar mais de uma semana depois, o efeito é o mesmo para até o julgamento do mérito. 



quarta-feira, 13 de agosto de 2014

JUSTIÇA SUSPENDE PAGAMENTO DE PRECATÓRIO À CONSTRUTORA NO MARANHÃO


Decisão foi anunciada depois de denúncia de suborno feita por Meire Póza, que era contadora do doleiro Alberto Yousseff.

A Justiça do Maranhão determinou que o Estado suspenda o pagamento de um precatório a uma construtora. Um precatório é uma dívida de um governo, reconhecida pela Justiça. Essa decisão foi anunciada depois de uma denúncia de suborno feita por Meire Póza, que era contadora do doleiro Alberto Yousseff, um dos presos na Operação Lava-Jato da Polícia Federal.


O depoimento de Meire Poza à Polícia Federal foi enviada nesta terça-feira (12) pela Justiça Federal do Paraná ao Superior Tribunal de Justiça. O STJ é o responsável por analisar denúncias envolvendo governadores.


E também nesta terça (12), o Tribunal de Justiça do Maranhão suspendeu o pagamento do precatório do governo estadual à Constran, com isso nenhuma parcela poderá ser repassada pelo governo maranhense até que haja uma decisão definitiva do Tribunal. A juíza Luiza Nepomucena alegou que a medida é necessária para a garantia da proteção do patrimônio público e da moralidade administrativa, e também pediu cópia, à Polícia Federal, das investigações sobre o suposto acordo do precatório. A decisão foi tomada um dia depois da reportagem do Jornal Nacional que mostrou o depoimento da contadora. Segundo ela, a construtora Constran pediu que o doleiro Alberto Yousseff subornasse o governo do Maranhão, oferecendo R$ 6 milhões. Em troca, a empresa furaria a fila de pagamentos judiciais e receberia, antecipadamente, R$ 120 milhões em precatórios. Ainda segundo a contadora, por ter negociado o acordo, Yousseff receberia R$ 12 milhões.

Ela também disse que o acordo teve a participação de pessoas da alta administração do governo do Maranhão. Segundo o portal da transparência do Governo Estadual, já foram liberados R$ 33 milhões desse precatório à Constran.


Em nota, a empresa afirmou que celebrou, de forma transparente, um acordo com o governo do Maranhão para receber por uma obra realizada em 1988. E que não 'furou a fila' dos precatórios. A Constran declarou ainda que não contratou Youssef para fazer consultoria ou negociar esse precatório.


Mas trocas de e-mails já reveladas em relatórios da Polícia Federal mostram o diretor da UTC Walmir Pinheiro, empresa que controla a Constran, comemorando um acerto com Youssef - que, segundo os investigadores, é apelidado de primo - e o diretor Augusto Cesar Pinheiro, da Constran.


Walmir diz: "Augusto e primo, parabéns pela concretização do acordo com o governo do Maranhão. Sei perfeitamente o quanto foi duro fechar esta operação".


A Constran foi questionada sobre o e-mail. Respondeu que não tem nada a acrescentar.

Nesta terça-feira, antes de saber da decisão da Justiça que suspendeu o pagamento do precatório, a governador Roseana Sarney negou todas as acusações. E disse que os pagamentos judiciais foram feitos de forma legal.


“Eu estou indignada e revoltada com a inclusão do meu governo nesse processo. Nós só fizemos o que a Justiça mandou e com a anuência do Ministério Público. E decisão judicial a gente não discute, a gente cumpre”, afirma a governadora do Maranhão Roseana Sarney.

As declarações de Meire Poza sobre o esquema do doleiro com políticos e empresas agora serão dadas no Congresso. Nesta quarta-feira (13), ela será ouvida no Conselho de Ética da Câmara no processo que investiga a ligação do deputado Luiz Argolo, do Solidariedade da Bahia, com Alberto Yousseff.


No depoimento prestado à Polícia Federal, a contadora Meire Póza afirmou que a procuradora-geral do Maranhão, Helena Maria Cavalcanti Haickel, o então chefe da Casa Civil, João Guilherme de Abreu, e o secretário de planejamento do Estado, João Bringél, participaram de uma reunião, em setembro do ano passado, para combinar detalhes da liberação de pagamentos judiciais.


Em notas, enviadas nesta terça-feira (12) ao Jornal Nacional, os três citados pela contadora declararam que não tiveram conhecimento, nem participaram de qualquer ato ilícito.

Fonte: Jornal Nacional

sábado, 9 de agosto de 2014

FLÁVIO DINO FAZ EM BARRA DO CORDA UMA GIGANTESCA CAMINHADA MARCADA PELA EMOÇÃO DE POPULARES

Os candidatos da Coligação Todos Pelo Maranhão, Flávio Dino (governador), Carlos Brandão (vice) e Roberto Rocha (senador) realizaram nesta sexta-feira uma caminhada em Barra do Corda, marcada pela emoção de populares. A lavradora Antônia dos Santos, 42, era uma das mais entusiasmadas e percorreu mais de 70 km (ele reside em Tuntum) para participar da atividade. “Vou votar pra ver se as coisas melhoram”, disse em apoio a Flávio. Com o marido, Raimundo Nonato Carneiro, 57, ela também já tinha acompanhado a carreata de Dom Pedro, no mês passado, só para ver Flávio Dino. O casal defende uma nova política para o Estado. "Minha vontade de coração é votar no Flávio. Todo lugar que vejo, o povo quer é ele", afirmou.

Quem também fez questão de abraçar a campanha de Flávio Dino foi o mototaxista Antônio Francisco de Oliveira, 52. Ele diz que o novo governo será de mudança e sem corrupção. O pedido de seu Antônio foi de garantir oportunidade para os maranhenses. Pai de quatro filhos, todos estão em São Paulo. "Meu sonho é que o Flávio trabalhe para dar mais oportunidade e meus filhos retornem para casa, voltem para o Maranhão. Isso é o que todo pai e toda mãe quer", disse emocionado, ao lembrar que não estará com os filhos no dia dos pais.

Com a pequena Yasmin de um ano no colo e com o 65 pintado no rosto, quem também desejou uma caminhada vitoriosa para Flávio foi o casal Jeferson Yuri e Ingrid Nascimento. Eles apostam em Flávio para garantir um futuro melhor. "Cansei desse povo de Sarney. Quero um Estado melhor, que invista em educação", afirmou Yuri.
Fonte: Blog Aquiles Emir

sábado, 2 de agosto de 2014

EDINHO LOBÃO DÁ CALOTE EM GRÁFICA

Candidato Edinho Lobão
O candidato peemedebista Edinho Lobão deu um verdadeiro calote em uma gráfica, que faz uma parte do seu material de campanha ao Governo do Maranhão.
A empresário Diego, dono da gráfica Colortech, tem cobrado R$ 400 mil de serviço gráfico feito para o peemedebista.
O contrato firmado com a gráfica foi assinado pelo empresário Marquinhos Regadas, genro de Edinho Lobão.
Marquinhos tem se escondido do empresário, que já foi na sua casa lhe cobrar pela serviço prestado.
Como pode um empresário – que se diz rico e bem sucedido, ficar devendo R$ 400 mil de material gráfico para uma empresa de pequeno porte, que tem que pagar seus funcionários?
Ora, para quem ficou rico com uma padaria que fabricava pão de ouro e era vizinho de Aírton Sena em Maiami, quebrar da noite para o dia? Isso significa dizer que nem o cofre do Governo do Estado aguentará manter a vida nababesca do senador e empresário Edinho Lobão.
O candidato peemedebista Edinho Lobão deu um verdadeiro calote em uma gráfica, que faz uma parte do seu material de campanha ao Governo do Maranhão.
A empresário Diego, dono da gráfica Colortech, tem cobrado R$ 400 mil de serviço gráfico feito para o peemedebista.
O contrato firmado com a gráfica foi assinado pelo empresário Marquinhos Regadas, genro de Edinho Lobão.
Marquinhos tem se escondido do empresário, que já foi na sua casa lhe cobrar pela serviço prestado.
Como pode um empresário – que se diz rico e bem sucedido, ficar devendo R$ 400 mil de material gráfico para uma empresa de pequeno porte, que tem que pagar seus funcionários?
Ora, para quem ficou rico com uma padaria que fabricava pão de ouro e era vizinho de Aírton Sena em Maiami, quebrar da noite para o dia? Isso significa dizer que nem o cofre do Governo do Estado aguentará manter a vida nababesca do senador e empresário Edinho Lobão.
Fonte: Blog do Luis Pablo
 http://www.luispablo.com.br/politica/2014/08/edinho-lobao-da-calote-em-grafica/